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Duo Glacial é homenageado no 1º Prêmio Inezita

Prêmio é indicação da deputada Márcia Lia, em reconhecimento à história da dupla, que levou o nome Araraquara para todo o país.

A dupla formada por Aninha e Miguel, o Duo Glacial, receberá in memorian o 1º Prêmio Inezita Barroso de Música Caipira, concedido pela Comissão de Educação e Cultura da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, por indicação da deputada estadual Márcia Lia. A entrega será na sexta-feira, 25, no Centro Internacional de Eventos Dr. Nelson Barbieri, Araraquara, a partir das 19 horas.

“A dupla dos irmãos Ana e Miguel Servan projetou o nome da cidade de Araraquara na música sertaneja e encheu nossos corações de afeto e amor com suas canções. Todas as homenagens que pudermos fazer a eles serão importantes para imortalizar essas duas pessoas tão sensíveis e talentosas. Só temos a agradecer pelo que nos deram e pela obra que deixaram”, afirma a deputada Márcia Lia.

A sessão solene de entrega aos familiares de Aninha e Miguel contará com apresentação das duplas Dani & Danilo, Duo Essencial e Romeu & Renato.

A deputada Márcia Lia indicou o Duo Glacial não apenas por sua importância musical para a região de Araraquara. Na verdade, a dupla formada pelos irmãos Ana e Miguel Servan  percorreu o interior do Estado de São Paulo e cidades de outros estados brasileiros por quase 50 anos levando o melhor da música caipira a milhares de pessoas. Ao todo, gravaram 26 LPS e 4 CDs.

Miguel e Aninha começaram a cantar desde cedo, sendo que Aninha, com apenas 12 anos, venceu um concurso num circo que passava pela região. E, em 1955, com o nome "Irmãos Cervan", a dupla começava a se apresentar na Rádio Cultura de Araraquara. Seus maiores sucessos foram as canções “Poeira” (Luiz Bonan/Serafim Colombo Gomes)” e “Camisa Branca”, que venderam mais de um milhão de discos nos anos 1960.

Apesar de terem deixado a estrada e a agenda de shows nos anos 90, Ana e Miguel ainda se apresentaram juntos em ocasiões especiais, como as festas de aniversário da cidade de Araraquara, terra que adotaram ainda na infância, além de programas de tevê voltados para a música raiz.

Ana nasceu em Onda Verde em 1940 e Miguel em Mirassol em 1936. Ela faleceu em 19 de maio de 2015, aos 75 anos, por complicações de dengue associada a uma infecção. Menos de 30 dias depois, aos 79 anos, Miguel teve um infarto e também faleceu.

“A dupla nos contemplou com canções que vão ficar para sempre na nossa história pessoal, na nossa memória musical”, reforça a deputada Márcia Lia.

 

Homenagem a Inezita

O Prêmio da Comissão de Educação e Cultura também homenageia uma das mais importantes cantoras, instrumentistas e estudiosas da música caipira.

Inezita Barroso começou a cantar aos 12 anos e por quase 80 anos cantou, gravou discos, apresentou programas de rádio e tevê que colocavam em evidência outros importantes representantes do segmento.

Tocava piano, violão e viola, era formada em Biblioteconomia pela Universidade de São Paulo, era doutora honoris causa em folclore e arte digital pela Universidade de Lisboa e até recentemente lecionava sobre folclore nas Faculdades Unifai e Unicacapital.

Entre seus sucessos estão “Ronda”, de Paulo Vanzolini, e a caipira “Moda da Pinga”, de Ochelsis Laureano e Raul Torres, que se tornou sua mais célebre interpretação.

Foram mais de 50 anos de carreira na música e 80 discos gravados, incluindo 78 rotações, vinis e CDs. Por 35 anos, de 1980 até sua morte em 2015, apresentou o programa “Viola, Minha Viola”, na TV Cultura.

Em vida, recebeu o Troféu Roquette Pinto como Melhor Cantora de Rádio, o Prêmio Guarani de Melhor Cantora em Disco, o Prêmio Saci de Cinema e Medalha Ipiranga com o título de Comendadora da Música Raiz.

Em 2014, foi eleita para a Academia Paulista de Letras, ocupando a cadeira deixada pela folclorista Ruth Guimarães.

Fonte: Assessoria Comunic. Dep. Márcia Lia

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